Para pressionar o Hamas, Israel impôs um bloqueio de um mês a alimentos, combustível e ajuda humanitária. Mesmo assim, o grupo terrorista afirma que só libertará os 59 reféns restantes — 24 dos quais acredita-se estarem vivos — em troca da libertação de mais prisioneiros palestinos, um cessar-fogo duradouro e a retirada de Israel de Gaza. O grupo rejeitou as exigências para depor as armas ou deixar o território.
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