Lar Turismo Disney: veja as novidades dos parques de Orlando em 2025 – 02/04/2025 – Turismo
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Disney: veja as novidades dos parques de Orlando em 2025 – 02/04/2025 – Turismo


A primeira montanha-russa dedicada a uma princesa negra –um passeio ao estilo Splash. A primeira atração inspirada em “Moana“, um trajeto no qual o público brinca de controlar a água. Um espetáculo com fogos de artifício e luzes que conecta diferentes culturas. Essas são algumas das atrações mais recentes do complexo de parques temáticos da Disney, em Orlando.

No principal parque, o Magic Kingdom, a nova Tiana’s Bayou Adventure tem gerado filas desde sua abertura, em junho de 2024. Inspirado em “A Princesa e o Sapo”, de 2009, o passeio percorre um trajeto sob a água.

Até chegar o momento de entrar no carrinho, o público transita em fila por corredores com cenários que recriam cenários da trama, como a cozinha de Tiana, que conta por meio de fotos e objetos a história de seu restaurante.

O passeio é longo, com subidas, descidas e curvas, e momentos em que o público passa por “cavernas”. Nelas, estão escondidos ambientes que recriam os pântanos da Louisiana e as festas de Nova Orleans, onde o filme é ambientado, e bonecos de personagens. Eles se movem e tocam instrumentos ao som de músicas do filme e outras originais.

O ponto alto é um animatrônico de Tiana, mega realista. A princesa aparece nos momentos finais, na cena de uma grande festa. Dá até para esquecer das quedas: a primeira é leve, e as outras vão aumentando de altura gradativamente, para já dar uma ideia de como vai ser a última, com 15 metros de altura –que aí sim dá um friozinho na barriga.

Se estiver preocupado em se molhar, a dica é evitar os assentos do fundo. A atração, na verdade, é uma repaginação da antiga Splash Mountain, ligada ao filme “A Canção do Sul”, de 1946, hoje considerado racista —o que gerou reclamações de alguns visitantes.

Outra protagonista que ganhou seu próprio destaque é Moana, um dos maiores sucessos recentes do estúdio. A atração fica no Epcot e trata-se de um trajeto curto para ser feito a pé, com um teor lúdico e educacional mais adequado às crianças.

Batizado de Journey of Water (jornada da água), o espaço recria uma floresta com plantas, árvores e um pequeno lago artificial. Moana surge esculpida em um arbusto e uma grande pedra. A ideia ali é contar a história do ciclo da água com brincadeiras interativas.

Entre elas, estão pequenas quedas d’água que, ao serem tocadas, emitem diferentes sons. Em outro canto, sensores permitem controlar o movimento de fontes de água, como se ganhassem vida, sem precisar tocar nela. Dá para se molhar ou seguir pelo caminho seco.

A água também é a estrela de “The Symphony of Us” (a sinfonia de nós), novo espetáculo noturno ao redor do lago do Epcot. Luzes são projetadas na água, que ganham movimentos que acompanham diferentes ritmos e canções da Disney. Fogos de artifício de todos os tipos completam a atração, que conta a história de como a música conecta diferentes culturas.

Para isso, os diferentes países do parque, como ele é dividido, interagem entre si com show de luzes e som. Cada área diz “oi” em línguas diferentes. Dura 15 minutos.

Ainda no mesmo parque, foi inaugurada uma estátua de bronze de Walt Disney, o criador de todo esse mundo, batizada de “The Dreamer”, o sonhador. Em tamanho real, ele está sorridente, sentado num banco, como se contemplasse aquele que fora seu parque mais ambicioso. A posição também é estratégica para fazer fotos ao seu lado.

O mundo futurístico de “Tron” inspira a Lightcycle, montanha-russa que se tornou uma das atrações mais concorridas do Magic Kingdom. Afinal, é a mais radical, com velocidade que chega a 95 km por hora.

O público segue por salas que remetem ao filme e é contada uma história: todos estão ali para participar de uma corrida de motos pelo time azul. Os participantes são “digitalizados” para o mundo de “Tron”.

O carrinho, em duplas, tem a forma das motos da trama, com rodas de luzes neon. Para montar nela, é preciso se inclinar para frente, apoiando a barriga e os joelhos, e segurar guidões –posição um tanto desconfortável para alguns. Uma trava é abaixada nas costas, como um casco.

A partida é dada num túnel cercado de espelhos, que permitem se ver montado no veículo. Após uma contagem regressiva de uma voz robóica acompanhada de luzes piscantes, que criam uma tensão, a montanha-russa nem dá tempo para respirar e já sai arrancando.

A atração é quase toda no escuro, com quedas e paradas repentinas, com exceção de um percurso externo que passa bem perto dos passantes. Entre as várias curvas, telões exibem luzes simulando pistas e imagens de oponentes ficando para trás no “grid”. É uma viagem rápida em todos os sentidos, incluindo a duração. Tudo isso embalado por uma trilha sonora à la Daft Punk.

Há também outras novidades menores, como a inclusão de Bruno e Mirabel, de “Encanto”, no espaço para tirar fotos com atores vestidos de personagens. E ainda tem muita coisa por vir. No ano passado, foi anunciada uma série de expansões e novidades para o complexo de parques nos próximos anos, muitas delas já para 2025.

Entre elas, a maior expansão do Magic Kingdom em seus 54 anos de história, com a construção de toda uma nova área dedicada aos vilões, incluindo atrações, restaurantes e lojas. Há mais duas atrações focadas em “Carros”, da Pixar, e uma parada noturna, batizada de “Disney Starlight”, com tecnologias que contam a história de personagens como Peter Pan, Anna e Elsa, de “Frozen“, e a família Madrigal, de “Encanto”.

O Animal Kingdom vai ganhar toda uma área inspirada nas Américas, batizada de Pueblo Esperanza, em 2027, que trará três atrações –de “Indiana Jones“, “Encanto” e “Zootopia: Better Zoogether!“.

O Hollywood Studios ganha uma nova área inspirada em “Monstros S.A.”, com uma montanha-russa que presente simular um passeio na famosa fábrica de portas da trama –esta será a primeira montanha-russa suspensa da Disney.

Por fim, o Epcot pretende reabrir a Test Track, que era a atração com a maior velocidade do complexo, inspirada numa pista de teste de carros.

Essas mudanças e novidades, que contam com um investimento bilionário, visam fazer frente com a concorrente Universal, que inaugura neste ano um novo parque, o Epic Universe. O presidente da Disney, Josh D’Amaro, no entanto, já afirmou que a empresa não pretende construir novos parques.



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