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Newport, Rhode Island: o que visitar – 26/02/2025 – Turismo


No minúsculo Rhode Island, o menor estado americano em área, fica a cidade que é o melhor exemplo do que foi a chamada “gilded age”, a era de opulência que se seguiu à Guerra Civil. É Newport, balneário onde os industriais de Nova York escolheram erguer suas mansões de veraneio em fins do século 19.

A Ocean Drive, uma estrada que serpenteia ao longo de 16 quilômetros pelo litoral, desemboca em várias dessas construções monumentais, bastante preservadas. Uma das mais vistosas é The Breakers, casarão de 70 aposentos e cinco pavimentos construído entre 1893 e 1895 pela família Vanderbilt.

Abriga incontáveis salas de banquete, de música, de jogos, biblioteca ricamente adornadas ora por mosaicos ora por espelhos. E dá-lhe lustres pesadíssimos, cortinas, escadarias, dosséis –uma tentativa de reproduzir Versalhes do outro lado do Atlântico.

As mansões não ficam menos impressionantes quando vistas do alto. Por US$ 125 (ou R$ 712) é possível fazer um rolê aéreo com a Newport Helicopter Tours. Ao longo de 20 minutos, o piloto aponta as construções antigas, aquelas dos residentes famosos (o apresentador Jay Leno é um deles) e ainda dá um panorama de toda a baía que circunda a cidade.

Mas nem tudo é “gilded age” em Newport. A cidade, aliás, é conhecida como a capital do iatismo e abriga o novíssimo Sailing Museum, sobre o esporte.

O Bowen’s Wharf, na região portuária, é um simpático aglomerado de casas de tijolinhos, algumas do século 17, hoje transformadas em lojas e restaurantes. Dali da marina partem tours de barco que percorrem a região da baía. E basta esticar um pouco para encontrar excelentes opções gastronômicas como o italiano Giusto, com mesas voltadas para o píer, e o The Mooring, especializado em peixes e frutos do mar.

Já a Broadway é o mais próximo do que se poderia chamar de um reduto hipster por ali. Costumava ser uma rua comercial frequentada apenas pelos locais, mas vem ganhando nos últimos tempos cafeterias moderninhas, lojas de discos e bares de coquetelaria autoral.

Para encerrar a tarde, vale uma passadinha no Castle Hill Inn, outrora a casa de verão de um explorador oceânico que se transformou em hotel e spa chique. Mas não é necessário se hospedar ali para curtir. Há um restaurante na parte externa que atende a não hóspedes que podem, se quiser, reclinar nas espreguiçadeiras tomando seus drinques enquanto veem os barcos cruzando a baía.

O jornalista viajou a convite do Brand USA



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